terça-feira, 26 de março de 2013

Entenda a Polêmica da Comissão de Direitos Humanos

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Sem sombra de duvidas o assunto que vem dando o que falar no Brasil (e no mundo) nos últimos dias é a eleição do Pastor Marco Feliciano para a Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
A polemica sobre a eleição do pastor se dá, em maior parte,devido as declarações de teor Homofóbico,Machista,Racista e Preconceituoso do Pastor da Igreja Assembleia de Deus.
Feliciano nasceu em 12 de outubro de 1972 em Orlândia, interior de São Paulo. Em seu site, ele se diz "conferencista internacional, pastor, cantor e empresário" e afirma que "teve uma infância humilde e desde muito pequeno precisou trabalhar como vendedor de picolé para ajudar na manutenção da casa". Apesar da origem pobre, ele tem, atualmente, cinco empresas,o deputado se formou em Teologia pela Faculdade de Educação Teológica Lógos (Faetel), em São Paulo, e pela Faculdade de Teologia de Boa Vista (RR) e é doutor em Divinidade/Artes da Teologia pelo International Seminary Hosanna and Bible School, de Pompano Beach, Estados Unidos.

Em sua trajetória como pastor, Feliciano chegou a ser denunciado por estelionato pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, em 2009. O processo foi remetido ao Supremo Tribuanl Federal (STF) em razão do foro privilegiado. Na ação, o deputado é acusado de obter para si a vantagem ilícita de R$ 13.362,83 simulando um contrato "para induzir a vítima a depositar a quantia supramencionada na conta bancária fornecida". A defesa do deputado nega a acusação. 
Quando tomou posse na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Feliciano disse que se baseia na "posição política" de Martin Luther King, pastor americano que venceu o prêmio Nobel da Paz lutando pelos direitos dos negros. "Ele foi um herói, um mártir. E ele tem algo em comum comigo: ele também era pastor. A diferença é que ele viveu um outro século, de outras diferenças, de outras aspirações", disse o deputado.
Uma das principais pedras no sapato do Pastor e Presidente da Comissão é o Deputado Federal Jean Wyllys,Gay assumido,que vem batalhando juntamente com artistas e defensores, das causas "feridas" pelas declarações do Pastor, para conseguirem tirar Marco Feliciano da Presidência da Comissão.
O Deputado Jean Wyllys chegou a pedir reforço em sua segurança durante reunião com representantes da Secretaria de Direitos Humanos e do gabinete da ministra Maria do Rosário. Segundo comunicado divulgado pela assessoria de imprensa do parlamentar, a decisão foi tomada após "centenas de insultos e ameaças à vida e segurança do deputado recebidos nos últimos dias",de acordo com a nota, campanhas difamatórias contra o deputado estariam sendo incentivadas por pessoas ligadas ao Pastor Marco Feliciano.

A pedido do presidente da Câmara Henrique, que considera a situação do parlamentar na CDH “insustentável”, o líder do PSC na Casa, André Mora (SE) pediu que o colega de legenda reavaliasse neste fim de semana sua posição de não deixar a presidência da comissão.
“Na conversa que nós tivemos com o presidente Henrique Alves, ele apresentou preocupação com andamento dos trabalhos da Comissão e com a Câmara Federal. Tudo isso nós levamos ao pastor Marco Feliciano. Pedimos que ele fizesse uma reflexão, e no próximo dia 27 teremos uma reunião, primeiro com ele e, depois, com toda a bancada para discutir o assunto”, diz o líder do PSC. No Congresso Nacional, a definição do comando das comissões respeita a proporcionalidade dos partidos, por isso, mesmo se Feliciano renunciar ao cargo, a vaga continua com o PSC. Os deputados Hugo Leal (RJ) e Antônia Lúcia (AC), são vistos como nomes que sofreriam menos resistências entre diversos movimentos sociais na condução dos trabalhos da Comissão de Direitos Humanos.
“Acho que quem quer que vá para a presidência [da Comissão de Direitos Humanos] vai ter separar dogmas religiosos da condução dos trabalhos. O que daqui pra frente fica claro é que quem sobe ali, sobe sabendo que a sociedade está vigilante”, avalia Jean Wyllys.
O Assunto acabou revoltando a população brasileira em peso e até artistas tomaram partido nessa luta,artistas como Caetano Veloso,Wagner Moura,Preta Gil (foto) e outros que se declararam a favor da saída do Pastor da Presidência  da Comissão; Até a Anistia Internacional tomou partido,em nota diz que as “posições claramente discriminatórias em relação à população negra, LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) e mulheres, expressas em várias ocasiões pelo deputado Marco Feliciano, o tornam uma escolha inaceitável” para presidir a comissão.

Agora cabe a você leitor do Blog escolher um partido nessa discussão que faz parte de nossa vida social.
Deveria mesmo a Comissão de Direitos Humanos ser presidido por um homem que vem sendo acusado de homofobia,racismo,preconceito e machismo?
Deveria ser a Comissão presidida por um líder religioso?
Ou a Comissão deve ser presidida por quem,assim omo afirma Jean Wyllys,uma pessoa que saiba separar os dogmas religiosos da condução dos trabalhos?
Perguntas essas que cabe a você leitos e eleitor responder,pois afinal somente nós brasileiros é quem podemos mudar a história do nosso país.












Declarações do Pastor Marco Feliciano no Twitter














Fontes: noticias.terra.com.br / www.ebc.com.br 

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