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terça-feira, 9 de julho de 2013

Vanessa da Mata lança CD cantando Tom Jobim

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Chegou nas lojas essa semana o CD "Vanessa da Mata canta Tom Jobim" que é um registro do projeto "Viva Tom Jobim" da Nívea que trouxe a cantora Vanessa da Mata interpretando canções do Mestre da M.P.B. Tom Jobim.
O projeto que começou no ano passado com Maria Rita cantando as canções da mãe Elis Regina teve em seu segundo ano uma das cantoras mais respeitadas do País cantando as belezas de Tom.
E como aconteceu com Maria Rita,Vanessa também se rendeu aos encantos do projeto e acaba de lançar um CD com algumas das canções apresentadas nos shows durante o projeto.
O Cd trás canções como "Esse Seu Olhar" "Caminhos Cruzados" "Falando de Amor" "Só Danço Samba" "Samba de uma nota só" "Chovendo na Roseira" e a belíssima "Eu Seu Que Vou Te Amar".

Esse disco sem sombra de duvidas é mais que uma homenagem ao inesquecível maestro,é uma forma de mostrar o crescimento e todo o indiscutível potencial de Vanessa da Mata.
Se você gosta de Tom Jobim ou de Vanessa da Mata não deixe de comprar esse CD,está simplesmente belo,já se você é fã dos dois vai se deliciar ainda mais com Vanessa dando o seu jeitinho todo especial e único as sublimes canções de Tom


Vanessa agora sai em turnê Brasil a fora apresentando o belo show,se passar pela sua cidade não perca a oportunidade de ver esse belo show.


https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eHcopdV49e8
ouça "Fotografia" na voz de Vanessa da Mata acessando ao link acima 

sábado, 18 de maio de 2013

Ana Carolina Troca "Terninho" por Vestido na capa do novo CD #AC

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Ana Carolina que é pop, rock, samba, MPB, Bossa Nova e… eletrônico. Para se despir de qualquer rótulo, a cantora mergulhou, em todos os sentidos, na produção do próximo CD de inéditas, o #AC – com direito a hashtag, o símbolo tão usado nas redes sociais para palavras-chave. O trabalho, que terá como carro-chefe as canções ‘Libido’, ‘Pole dance’ e ‘Bang Bang 2’, sai em junho e será o primeiro de uma artista brasileira a disponibilizar o conteúdo do álbum na íntegra – só para ouvir e não para baixar – pelo iTunes, a partir do dia 27. O CD, detalhe, não terá bateria, mas bases do DJ Cia, percussões, cordas e violões. Logo na capa dá para perceber que nada será como antes – Ana está envolta num vestido longo “vermelho-Dior” – em sua própria definição. Isso mesmo: a cantora deixou os pretinhos básicos de lado e usa um vestido. “Estava na hora de mudar. Sair do terninho preto e violão. O álbum é uma coisa tão nova que queríamos mostrar isso através da capa. Para fazer as fotos, engoli muita água e tive dor de ouvido, mas valeu a pena”, diz, frisando que seu foco é a música. “Não gostaria de depender da minha vestimenta para fazer um show arrebatador ou colocar um vestido colante, com os seios aparecendo, para vender mais. Posso fazer um show de terninho e segurar do início ao fim. Não uso saia, não canto axé e sou estourada”.



Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/brunoastuto/2013/05/18/femininaana-carolina-deixa-pretinho-basico-e-posa-de-vestido-para-capa-do-novo-cd/

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Quarta da MPB: Fagner

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Essa semana,atendendo a um pedido especial antecipamos um grande cantor que já estava em nossa lista.Chegou a vez de falar de um dos cearenses mais ilustres desse país chamado Brasil,com sua voz inconfundível e suas letras marcantes esse cantor vem encantando Pais e Filhos a décadas e é por isso que convidamos todo mundo pra conhecer até as pedras que cantam na obra de FAGNER.


Nascido Raimundo Fagner Cândido Lopes aos 13 de Outubro de 1949 na capital cearense, embora tenha sido registrado no município de Orós, é o filho mais jovem de  José Fares e  Dona Francisca.
 Aos seis anos ganhou um concurso infantil na rádio local, cantando uma canção em homenagem ao dia das mães. Na adolescência, formou grupos musicais vocais e instrumentais e começou a compor suas próprias músicas. Venceu em 1968 o IV Festival de Música Popular do Ceará com a música "Nada Sou", parceria sua com Marcus Francisco. Tornou-se popular no estado em 1969, após comparecer em programas televisivos de auditório na TV Ceará, e juntou-se a outros compositores cearenses como Belchior, Jorge Mello, Rodger Rogério, Ednardo e Ricardo Bezerra, o grupo ficou conhecido como "o pessoal do Ceará". Também no ano de 1969, após ganhar o 'I Festival de Música Popular do Ceará - Aqui no Canto', Fagner saiu em excursão junto com o grupo de música e teatro do Capela Cistina, foram para Buenos Aires de ônibus, a viagem durou 45 dias de estrada.
A carreira nacional deste nordestino começava de forma bastante imprevisível. Mudou-se para Brasília em 1970 para estudar arquitetura na Universidade de Brasília, participou do Festival de Música Popular do Centro de Estudos Universitários de Brasília com "Mucuripe" (parceria com Belchior), e classificou-se em primeiro lugar. No mesmo festival, recebeu menção honrosa e prêmio de melhor intérprete com "Cavalo Ferro" (parceria com Ricardo Bezerra) e sexto lugar com a música "Manera Fru Fru, Manera" (também com Ricardo Bezerra). A partir de então, Fagner consegue despertar a atenção da imprensa do Sudeste, sendo suas canções intensamente executadas nos bares da capital do país. 
Em 1971 gravou seu primeiro compacto simples,ainda em 71 foi para o Rio de Janeiro, onde Elis Regina gravou "Mucuripe", que se tornou o primeiro sucesso de Fagner como compositor e também como cantor, pois gravou a mesma música em um compacto da série Disco de Bolso, do Pasquim, que tinha, do outro lado, Caetano Velosointerpretando "A Volta da Asa Branca". O primeiro LP, Manera Fru Fru, Manera, veio em 1973 pela gravadora Philips.
Fagner foi considerado pelos leitores da Revista Playboy, o melhor cantor do ano de 1979, em segundo lugar ficou Roberto Carlos.
Nos anos 1980 Fagner manteve o lado nordestino, e se dividia ao mesmo tempo com o romantismo;Em 1981, Fagner gravou o álbum Traduzir-se um grande marco em sua carreira . O Disco foi lançado em toda a Europa e América Latina, vendeu mais de 250 mil exemplares em pouco tempo, e recebeu disco de platina.
Em 1987, Fagner lançou mais um disco: Romance no Deserto.Este disco superou a marca de 1 milhão de cópias vendidas, e foi lançado também nos Estados Unidos, importado pela BMG music/Nova Iorque; as canções "Deslizes" e "À Sombra de Um Vulcão" ficaram por mais de 700 dias entre as mais tocadas do Brasil. O último disco da década, O Quinze, décimo quinto disco da carreira de Fagner, recebeu o Prêmio Sharp de melhor álbum do ano.
O primeiro álbum da década, Pedras Que Cantam de 1991 teve como primeira canção de trabalho "Borbulhas de Amor", que tornou-se imediatamente sucesso nacional. O disco recebeu disco de platina tripla por vender 750 mil exemplares, e as canções "Borbulhas de Amor", "Pedras Que Cantam" e "Cabecinha no Ombro" ficaram durante oito meses nos primeiros lugares nas rádios do Brasil.
Em 2001, gravou o álbum que tem o título apenas de Fagner. Tem canções em parceria com Zeca Baleiro, Fausto Nilo, Abel Silva e Cazuza. A parceria de Fagner e Zeca Baleiro rendeu uma série de shows pelo Brasil. Em 2004, pela Indie Records, Fagner lançou o álbum Donos do Brasil. O Penúltimo disco lançado por Fagner foi Fortaleza, em 2007.Posteriormente lançou "Uma canção no Rádio" em 2009.
Em 2007 em entrevista a revista QUEM, Fagner assume que já teve relacionamentos com homens. Questionado quanto a ser bissexual ele deixa claro que não gosta de rótulos.
Em 2011 Fagner foi considerado um dos 30 cearenses mais influentes do ano, de acordo com uma enquete realizada pela revista Fale!



Aquela estrela é bela

Vida vento vela leva-me daqui ♪♫




Canteiros - Fagner


Fonte: Wikipédia 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Quarta da MPB : Clara Nunes

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Na ultima terça, 02 de Abril, o Brasil relembrava com tristeza os 30 anos que se passaram desde que o Menino Deus chamou aquele Ser de Luz para junto dele. E hoje no projeto Quarta da MPB , com orgulho e alegria trazemos pra você a Guerreira Clara Nunes .



Nascida Clara Francisca Gonçalves aos 12 de Agosto de 1942 em Paraopeba – MG, Caçula dos sete filhos do casal Manuel Ferreira de Araújo e Amélia Gonçalves Nunes, Manuel morreu em 1944 e, pouco depois, Clara ficaria também órfã de mãe e acabaria sendo criada por sua irmã Dindinha (Maria Gonçalves) e o irmão José (conhecido como Zé Chilau). Naquela época, Clara participava de aulas de catecismo na matriz da Cruzada Eucarística. Lá também cantava ladainhas em latim no coro da igreja.
No início da década de 1960 por influência do produtor musical Cid Carvalho, mudou o nome para Clara Nunes, usando o sobrenome da mãe. Em 1960, já com o nome de Clara Nunes e ainda como tecelã, ela venceu a etapa mineira do concurso "A Voz de Ouro ABC", com a música "Serenata do Adeus", composta por Vinicius de Moraes e gravada anteriormente por Elizeth Cardoso. Na final nacional do concurso realizada em São Paulo, Clara Nunes obteve o terceiro lugar com a canção "Só Adeus" (de Jair Amorim e Evaldo Gouveia).
Naquela época, fez sua primeira apresentação na televisão, no programa de Hebe Camargo em Belo Horizonte. Em 1963, Clara Nunes ganhou um programa exclusivo na TV Itacolomi, chamado "Clara Nunes Apresenta" e exibido por um ano e meio. No programa se apresentavam artistas de reconhecimento nacional, entre os quais Altemar Dutra e Ângela Maria.
Em 1966 Calara foi contratada pela Gravadora Odeon Naquele mesmo ano, foi lançado o primeiro LP oficial da cantora, "A Voz Adorável de Clara Nunes". Por insistência da gravadora para que ela interpretasse músicas românticas, Clara apresentou neste álbum um repertório de boleros e sambas-canções, mas o LP foi um fracasso comercial. Em 1968, Clara Nunes gravou "Você Passa e Eu Acho Graça", seu segundo disco na carreira e o primeiro onde cantaria sambas. A faixa-título de Ataulfo Alves foi seu primeiro grande sucesso radiofônico.
Em 1970, Clara Nunes se apresentou em Luanda, capital angolana, em convite de Ivon Curi. No ano seguinte, a cantora gravou seu quarto LP, no qual interpretou "É Baiana" (de Fabrício da Silva, Baianinho, Ênio Santos Ribeiro e Miguel Pancrácio), música que obteve considerável sucesso no carnaval de 1971, e "Ilu Ayê", samba-enredo da Portela (de autoria de Norival Reis e Silvestre Davi da Silva). Na capa do álbum, a cantora mineira fez um permanente nos cabelos pintados de vermelho e passou a partir daí a se vestir com roupas que remetiam às religiões afro-brasileiras. Em 1972, Clara se firmou como cantora de samba com o lançamento do álbum "Clara Clarice Clara". Com arranjos e orquestrações do maestro Lindolfo Gaya e com músicos como o violonista Jorge da Portela e Carlinhos do Cavaco, o disco teve como grandes destaques as canções "Seca do Nordeste", "Morena do Mar","Vendedor de Caranguejo" ,"Tributo aos Orixás" e a faixa-título "Clara Clarice Clara".Ainda naquele ano, Clara Nunes se apresentou no "Festival de Música de Juiz de Fora" e gravou um compacto simples da música "Tristeza, Pé no Chão" , que vendeu mais de 100 mil cópias.
A Odeon lançou em 1973 o disco "Clara Nunes". Naquele mesmo ano, a cantora estreou com Vinicius de Moraes e Toquinho o show "O poeta, a moça e o violão" no Teatro Castro Alves, em Salvador. Também em 1973, Clara foi convidada pela Radiotelevisão Portuguesa para fazer uma temporada em Lisboa. Depois, percorreu alguns outros países da Europa, como a Suécia, onde gravou um especial ao lado da Orquestra Sinfônica de Estocolmo para a TV local.
Em 1975 a Odeon lançaria o LP "Claridade", o LP "Canto das Três Raças" sairia em 1976, em 1977 a Odeon lança o disco "As Forças da Natureza" e em  1978, foi  lançado o álbum "Guerreira", no qual Clara interpretou vários ritmos brasileiros além do samba - sua marca registrada. Em 1980, Clara Nunes gravou o álbum "Brasil Mestiço", que fez sucesso nas emissoras de rádio de todo o país com "Morena de Angola", Gravou em 1981 o LP "Clara", com grande sucesso para a música "Portela na Avenida" e em 1982, a Odeon lançaria "Nação", o último álbum de estúdio da cantora.
Em 5 de março de 1983, Clara Nunes se submeteu a uma aparentemente simples cirurgia de varizes, mas a cantora acabou tendo uma reação alérgica a um componente do anestésico. Clara sofreu uma parada cardíaca e permaneceu durante 28 dias internada na UTI da Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro. Na madrugada do sábado de Aleluia de 2 de abril de 1983, a poucos meses de completar 40 anos, Clara Nunes entrou oficialmente em óbito, vítima de um choque anafilático. O sepultamento no Cemitério São João Batista foi acompanhado por uma multidão de fãs e amigos. Em sua homenagem, a rua em Madureira onde fica a sede da Portela, sua escola de coração, recebeu seu nome.
Clara Nunes,  foi considerada uma das maiores intérpretes do país. Pesquisadora da música popular brasileira, de seus ritmos e de seu folclore, Clara também viajou várias vezes para a África, representando o Brasil. Conhecedora das danças e das tradições afro-brasileiras, ela se converteu à umbanda. Clara Nunes seria uma das cantoras que mais gravariam canções dos compositores da Portela, sua escola do coração. Também foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias, derrubando um tabu segundo o qual mulheres não vendiam discos.
Dei um aperto de saudade no meu tamborim, 
molhei o pano da cuíca com as minhas lágrimas ♪♫
                                                

Que essa Guerreira, Esse Ser de Luz permaneça pra sempre no coração de seu amado povo Brasileiro.
Morena de Angola - Clara Nunes


Sabiá
Que falta faz sua alegria
Sem você, meu canto agora é só
Melancolia ♪♫



Salve Nosso Senhor Jesus Cristo, Salve o Samba, Salve todas as Raças do Brasil, Salve todos os Orixás, Salve a Claridade e Salve Salve Clara Nunes.



Fonte: Wikipedia 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Quarta da MPB : Zé Ramalho

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Dando continuidade ao projeto Quarta da MPB nessa semana temos o orgulho de falar de Zé Ramalho, um dos maiores compositores e cantores do Brasil,um homem do povo que canta o que o povo gosta, vivencia,que canta os amores e a paixão por sua terra,que canta pra um povo que mesmo sendo um povo marcado é um povo feliz.

Nascido José Ramalho Neto aos 03 de Outubro de 1949 em Brejo da Cruz no Pernambuco é conhecido nacionalmente como Zé Ramalho,de familia humilde aos dois anos de idade, seu pai se afogou numa represa do sertão, e passou a ser criado por seu avô. A relação entre os dois seria mais tarde homenageada na canção "Avôhai". Após passar a maior parte da sua infância em Campina Grande, sua família se mudou para João Pessoa. Esperava-se que ele se formasse em Medicina.
Assim que a família se estabeleceu em João Pessoa, ele participou de algumas apresentações de Jovem Guarda, sendo influenciado por Renato Barros, Leno e Lílian, Roberto Carlos & Erasmo Carlos, Golden Boys, The Rolling Stones, Pink Floyd e Bob Dylan.
Em 1974, ele tocou na trilha sonora do filme Nordeste: Cordel, Repente e Canção, de Tânia Quaresma. Na época, passou a misturar as suas influências: de Rock and roll a forró. Um ano depois, gravou seu primeiro álbum, Paêbirú, com Lula Côrtes na gravadora Rozenblit. Hoje em dia, as cópias desse disco valem muito por serem raras.
Em 1977, gravou seu primeiro álbum solo, Zé Ramalho,Em 1979  o segundo álbum, A Peleja do Diabo com o Dono do Céu. O terceiro álbum A Terceira Lâmina, foi lançado em 1981.Os anos oitenta seriam palco de uma queda no sucesso de Zé Ramalho, com o lançamento dos álbuns Pra Não Dizer Que Não Falei de Rock ou Por Aquelas Que Foram Bem Amadas (1984), De Gosto de Água e de Amigos (1985), Opus Visionário (1986) e Décimas de um Cantador (1987). Uma possível causa dessa fase ruim seria o uso de experimentalismo na música. Em 1990, ele tocou nos Estados Unidos para um público brasileiro.
Em 1996, gravou o álbum ao vivo O Grande Encontro com  famosos nomes da MPB Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo.
O sucesso de O Grande Encontro foi grande o suficiente pra que Zé Ramalho decidisse gravar uma nova versão de estúdio em 1997, desta vez sem Alceu Valença. O álbum vendeu mais de 300.000 cópias, recebendo os certificados ouro e platina.
Para celebrar seus vinte anos de carreira, lançou o CD Antologia Acústica. A gravadora Sony Music também lançou uma box set com três discos: um de raridades, um de duetos e um de sucessos. 
Antes do fim do milênio, um outro sucesso Admirável Gado Novo (primeiramente lançado no álbum A Peleja do Diabo com o Dono do Céu) foi usado como abertura da novela O Rei do Gado.O álbum foi indicado para o Latin GRAMMY Awardde Melhor Álbum de Música Regional ou de Origem Brasileira.
O primeiro trabalho do século XXI foi o álbum tributo Zé Ramalho Canta Raul Seixas, com regravações de canções do músico baiano. Dividiu o palco com Elba Ramalho no Rock in Rio III. Em 2002, a Som Livre lança um CD de grandes sucessos chamado Perfil, parte da série Perfil. Também em 2002, veio o décimo sétimo álbum, O Gosto da Criação.
Em 2003 fez uma participação especial na faixa "Sinônimos" do álbum Grandes clássicos sertanejos, de Chitãozinho & Xororó.
Em 2005, gravou seu único álbum solo ao vivo, Zé Ramalho ao vivo. Seu mais recente álbum de inéditas Parceria dos Viajantes, foi lançado em 2007 e indicado para o Latin GRAMMY de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. 
Seu trabalho mais recente de covers é o álbum Zé Ramalho Canta Beatles, lançado em agosto de 2011, com regravações do Fab Four. Em 2012, lançou o seu primeiro disco de inéditas em cinco anos, Sinais dos Tempos, por meio de sua nova gravadora própria, Avôhai Music.


 Zé Ramalho é sem duvidas um dos maiores nomes de toda uma geração,é daquele tipo de artista que todo brasileiro teria a obrigação de conhecer.

Zé Ramalho - Avôhai 

Salve Zé Ramalho e Admirável Obra

Fonte: Wikipedia 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Quarta da MPB: Rita Lee

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Nessa semana preparamos pra você um post especial com um dos maiores nomes da nossa musica, percursora do rock brasileiro, artista de opinião e determinação, assim podemos classificar Rita Lee Jones, a Rainha do Rock Tupiniquim. Então vem que agora só falta você.

A Paulista Rita Lee Jones nascida aos 31 de Dezembro 47 é uma cantora, compositora, atriz e instrumentista brasileira. Vendeu mais de 65 milhões de cópias de discos, a cantora brasileira que mais vendeu na história da música do país. Ao longo de sua carreira, foi premiada com mais de 30 discos de platina, 10 discos de ouro, 5 de diamante. Por vezes conhecida como "Rainha do Rock Brasileiro", Rita Lee construiu uma carreira que começou com o rock mas que ao longo dos anos flertou com diversos gêneros, como o tropicalismo, o pop rock e a música latina, criando um hibridismo pioneiro entre gêneros internacionais e nacionais.
Rita Lee é uma das artistas que mais influenciou os músicos do Brasil que vieram a usar guitarra a partir de meados dos anos 70, sobretudo as mulheres. Ex-integrante d'Os Mutantes (1968-1972) e do Tutti Frutti (1973-1978), participou de importantes revoluções no mundo da música e da sociedade em geral. Suas canções, em geral regadas com uma ironia ácida ou com uma reivindicação da independência feminina têm emplacado nas paradas de sucesso, sendo "Ovelha Negra", "Mania de Você", "Lança Perfume", "Esse Tal de Roque Enrow", "Agora Só Falta Você", "Baila Comigo", "Banho de Espuma", "Desculpe o Auê", "Erva Venenosa", "Amor e Sexo", "Reza", entre outras, as mais famosas, além de ter lançado um álbum comumente visto como fundamental na história do rock brasileiro, Fruto Proibido(1975), considerado por alguns como sua obra-prima.
Com uma carreira que quase alcança os 50 anos Rita passou da inovação e do gueto musical do final dos anos 60 e anos 70 para as baladas românticas de muito sucesso nos anos 80 e já cantou com praticamente todos os músicos mais prestigiados do país, de Elis Regina a Cássia Eller. Em 1976, ela começou um relacionamento com o guitarrista Roberto de Carvalho e desde então ele tem sido o parceiro de suas mais canções e a acompanhou em todas suas apresentações ao vivo. O casal se casou no civil em 1996. Ambos tiveram o filho Beto Lee, também guitarrista, que tem tocado com os pais. Rita Lee também é  vegetariana e defensora dos direitos dos animais.
Em 2010, Rita iniciou sua nova turnê, ETC..., que estreou em Belo Horizonte, na qual Rita canta sucessos que ficaram fora de seu repertório por bastante tempo como Atlântida, Vírus do Amor e Luz del Fuego. A cantora também apresentou no show um número em homenagem a Michael Jackson, com a ajuda de Nikki Goulart, um cover do cantor, porém no dia 22 de janeiro de 2012, Rita anuncia sua aposentadoria dos palcos em seu show de estreia no Circo Voador no Rio de Janeiro devido à sua fragilidade física: "Me aposento dos shows, mas da música nunca", explicou a cantora no seu Twitter.
Oficialmente, sua última apresentação que foi no dia 28 de Janeiro de 2012 no Festival de Verão de Sergipe, terminou em polêmica, quando a cantora se revoltou com uma ação policial supostamente agressiva com seu público. Acusada de desacato à autoridade, Rita Lee foi encaminhada a delegacia após o show para prestar depoimento, e liberada em seguida.

No dia 17 de maio de 2012, Rita Lee voltou aos palcos, numa festa prive, apresentando seu show no Teatro Boa Vista, em Recife. No dia 4 de Janeiro de 2013  Rita Lee fez o show que marcou sua volta aos palcos com a apresentação no Green Move Festival e em  21 de Janeiro de 2013 como uma das atrações do show "4 gerações cantam São Paulo", no vale do Anhangabaú, show que faz parte da comemoração dos 459 anos da cidade de São Paulo,sobre o show a cantora disse: "Com esse show abre-se a celebração de meus 50 anos trabalhando com música; participei de algumas bandas; tenho trocentas composições; já fiz 1 bilhão setecentos e dezenove milhões e setenta mil shows; entre outros figurinos já me vesti de noiva, boba da corte, presidiária e Nossa Senhora Aparecida; há 36 anos sou casada com Roberto de Carvalho meu maior parceiro musical e pai dos meus 3 filhos".


Ovelha Negra - Rita Lee


Então se você conhece a obra de Rita Lee continue curtindo o Rockn'n'Roll da Porra Loca e se você ainda não conhece procure conhecer a obra dessa que é uma das percursoras do rock tupiniquim e uma das maiores artistas,compositoras e interpretes do Brasil.

Viva o Rock,e Viva Rita Lee



Fonte: Wikipedia e www.ritalee.com.br

quinta-feira, 7 de março de 2013

Quarta da MPB: Elis Regina

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Dando continuidade ao Projeto Quarta da MPB essa semana trazemos ate você a maior interprete que o Brasil já teve,a Pimentinha Elis Regina.


Nascida aos 17 de Março de 1945 em Porto Alegre Elis Regina Carvalho Costa foi uma grande cantora brasileira. Conhecida por sua presença de palco historica, sua voz e sua personalidade, Elis Regina é considerada por muitos críticos, comentadores e outros músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos. Como muitos outros artistas do Brasil, Elis surgiu dos festivais de música na década de 1960 e mostrava interesse em desenvolver seu talento através de apresentações dramáticas. Seu estilo era altamente influenciado pelos cantores do rádio, especialmente Ângela Maria,e a fez ser a grande revelação do festival da TV Excelsior em 1965, quando cantou "Arrastão" de Vinicius de Moraes e Edu Lobo. Tal feito lhe conferiu o título de primeira estrela da canção popular brasileira na era da TV; Transferindo-se para São Paulo em 1964, onde ficaria até sua morte, logrou sucesso com os espetáculos do Fino da Bossa e encontrou uma cidade efervescente onde conseguiria realizar seus planos artísticos, em 1967, casou-se com Ronaldo Bôscoli, diretor do Fino da Bossa, e ambos tiveram João Marcelo Bôscoli.
Elis Regina aventurou-se por muitos gêneros; da MPB, passando pela bossa nova, o samba, o rock ao jazz. Interpretando canções como "Madalena", "Como Nossos Pais", "O Bêbado e a Equilibrista", "Querelas do Brasil", que ainda continuam famosas e memoráveis, registrou momentos de felicidade, amor, tristeza, patriotismo e ditadura militar no país. Ao longo de toda sua carreira, cantou canções de músicos até então pouco conhecidos, como Milton Nascimento, Ivan Lins, Renato Teixeira, Aldir Blanc, João Bosco, ajudando a lançá-los e a divulgar suas obras, impulsionando-os no cenário musical brasileiro. Entre outras parcerias, é célebre os duetos que teve com Jair Rodrigues, Tom Jobim, Simonal, Rita Lee, Chico Buarque e, por fim, seu segundo marido, o pianista César Camargo Mariano, com quem teve os filhos Pedro Mariano e Maria Rita. Mariano também ajudou-a a arranjar muitas músicas antigas e dar novas roupagens a elas, como com "É Com Esse Que Eu Vou".Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.
Elis Regina morreu precocemente em 1982, com apenas 36 anos, deixando uma vasta obra na música popular brasileira. Embora haja controvérsias e contestações, os exames comprovaram que havia morrido por conta de altas doses de cocaína e bebidas alcoólicas, e o fato chocou profundamente o país na época.

    
Como Nossos Pais - Elis Regina
                                                                          
Em 2012,em comemoração aos 30 anos sem Elis, a filha e também cantora Maria Rita pela primeira vez apresentou um show só com canções da mãe, um belo projeto criado pelo irmão João Marcelo que também é filho de Elis. O outro filho da cantora  Pedro Mariano também fez um projeto chamado Eles cantam Elis que reuniu no palco artistas como Chitãozinho e Xororó, Jair Rodrigues entre outros cantando as canções imortalizadas por Elis.
Uma frase descreve bem a importância de Elis “Todo Brasileiro Tem a Obrigação de Conhecer Elis Regina”

É com carinho e um aperto no peito causado pela enorme saudade da Pimentinha que temos o orgulho de redescobrir cada vez mais essa joia da nossa musica que foi Elis. 
Viva Elis.



Fonte: Wikipedia 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Quarta da MPB: TOM JOBIM

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Um dos mais conceituados estilos musicais do mundo é a nossa M.P.B (Musica Popular Brasileira) que navega entre o clássico de Villa Lobos,a Bossa de João Gilberto e Nara Leão,o Forró do Mestre Luiz Gonzaga e Elba Ramalho,o Tropicalismo de Gil e Caetano,a Baianidade de Dorival Caymmi e Mariene de Castro,o Frevo de Capiba e Nelson Ferreira,o Samba de Martinho da Vila e Paulinho da Viola,o Pop Rock do Kid Abelha e de Cazuza,a nova cara da MPB como Céu e Roberta Sá e a tradicional Musica Popular Brasileira de Chico Buarque e Elis Regina.
Tendo em vista que o Blog é bastante acessado por jovens é hora de mostrar um pouquinho desse desconhecido mundo da nossa música,uma musica que encanta a tantos aqui dentro quanto lá fora.
O dia da Semana escolhido pra isso é a Quarta-Feira,na qual iremos trazer um grande nome da nossa musica pra apresentar pra quem não conhece e reviver a memoria dos que conhecem.

E pra abrir esse "Projeto" ninguém melhor que o Mestre dos Mestres,um dos Maiores Brasileiros,o Cantor ,Compositor,Maestro,Pianista,Artista e Ser Humano incrível: TOM JOBIM  


Nascido em 25 de Janeiro de 1927 no Rio de Janeiro o carioca Antônio Carlos Jobim é considerado o maior expoente de todos os tempos da Musica Brasileira e um do criadores da Bossa Nova.
A ausência do pai, Jorge de Oliveira Jobim, durante a infância e adolescência lhe impôs um contido ressentimento, desenvolvendo no maestro uma profunda relação com a tristeza e o romantismo melódico, transferido peculiarmente para as construções harmônicas e melódicas. Chegou a cursar o primeiro ano da faculdade de arquitetura e até a se empregar em um escritório, mas logo desistiu e decidiu ser pianista. Tocava em bares e boates em Copacabana,em 1952 foi contratado como arranjador pela gravadora Continental,Depois da Continental, foi para a Odeon.Em 1956 musicou a peça Orfeu da Conceição com Vinícius de Moraes, que se tornou um de seus parceiros mais constantes. Dessa peça fez bastante sucesso a canção antológica Se Todos Fossem Iguais a Você, gravada diversas vezes.A orquestração é considerada um marco inaugural da bossa nova, pela originalidade das melodias e harmonias. Inclui, entre outras, Canção do Amor Demais, Chega de Saudade e Eu Não Existo sem Você. A consolidação da bossa nova como estilo musical veio logo em seguida com o 78 rotações Chega de Saudade, interpretado por João Gilberto, lançado em 1959
O sucesso fora do Brasil o fez voltar aos EUA em 1967 para gravar com um dos grandes mitos americanos, Frank Sinatra,o disco Francis Albert Sinatra e Antônio Carlos Jobim.
Aprofundando seus estudos musicais, adquirindo influências de compositores eruditos, principalmente Villa-Lobos e Debussy, Tom Jobim prosseguiu gravando e compondo músicas vocais e instrumentais de rara inspiração, juntando harmonias do jazz (Stone Flower) e elementos tipicamente brasileiros, fruto de suas pesquisas sobre a cultura brasileira.
Seu último álbum, Antônio Brasileiro, foi lançado em 1994, pouco antes da sua morte, em dezembro, de parada cardíaca, quando estava se recuperando de um câncer de bexiga no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque.
Tom Jobim era doutor «honoris causa» pela Universidade Nova de Lisboa / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro foi renomeado Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antônio Carlos Jobim junto ao Congresso Nacional por uma comissão de notáveis, formada por Chico Buarque, Oscar Niemeyer, João Ubaldo Ribeiro,Antônio Cândido, Antônio Houaiss e Edu Lobo, criada e pessoalmente coordenada pelo crítico Ricardo Cravo Albin.


Em 25 de janeiro de 2011, dia em que Tom Jobim completaria 84 anos, o Google alterou o logo da sua página inicial em homenagem a Tom.
Junto com Carmem Miranda,Tom Jobim é um dos brasileiros mais conhecido e respeitado internacionalmente.
Ao Mestre Tom,com Carinho.

Fonte Wikipedia e Tom Jobim - Site Oficial UOL Personalidades